É amanhã: Zombie Walk Manaus!

Só não vai quem já morreu.

Lançamento de revista e exposição de arte visual marcam o início do Festival Até o Tucupi

Finalmente, novembro chegou. E trazendo com ele, os tão esperados eventos que prezam a produção artística da nossa querida Barelândia.

Dando as boas-vindas ao nosso desejado mês, o Festival  Até o Tucupi começou na terça (01/11), apresentando mais uma proposta que visa valorizar as produções culturais dos nossos quase esquecidos artistas manauaras, que foi o lançamento da 1ª edição da revista Olha Já. E como sempre, o Maodita não podia ficar de fora dessa e foi no lançamento para conferir os  maiores detalhes da revista e do evento.

Apresentação de artes visuais foi a temática escolhida para dar início ao festival. Caso você tenha perdido o lançamento, ainda dá tempo para conferir a exposição “Compacto Arte” que visa aglutinar as obras de vários artistas que se dispuseram participar, tornando acessível suas obras para o público freqüentador do evento. Salientando, a exposição foi dividida em dois ambientes, onde um ficará sendo exposto na galeria do Sesc, no Centro dos dias 01 a 12 de novembro e o outro no pólo de moda, na Alvorada, dos dias 01 a 05 de novembro.

Além da exposição, a noite foi marcada pelo lançamento da revista Olha Já, que será exclusivamente virtual, onde almeja acoplar os trabalhos dos artistas que produzem artes visuais, apresentado-as, através da Internet, possibilitando que qualquer pessoa do Brasil e do mundo as conheça. Inicialmente, a revista terá a sua periodicidade anual, ou seja, será lançada a cada edição do festival. Segundo Paulo Trindade, um dos responsáveis na elaboração do Festival, o número de pessoas que participaram expondo seus trabalhos aumentou significamente, onde na sua primeira edição teve 68 artistas participando ativamente e esse ano, o número chegou a 115, só de artistas que produzem artes visuais.

Mesa redonda "Reflexão sobre as artes visuais em Manaus”

Para encerrar a noite do primeiro dia do Festival, ainda rolou um  bate papo sobre artes plásticas em Manaus, com as participações do artista plástico Turenko Beça, da artista visual, Roberta Paredes e da jornalista e estilista da marca Santa Cris, Cristiane Batista.

Se você não conseguiu ir ao primeiro dia, calma, porque o festival vai continuar rolando até o dia 05 de novembro. Para informações sobre o festival, sobre os envolvidos ou sobre a programação, corre lá no site do evento: www.festivalateotucupi.com

Texto de Dayana Daide e Vinícius Leal

Mito da Caverna é tema de discussão em palestra

A Nova Acrópole promoverá nesta quarta-feira, 19 de Outubro, às 20h a aula demonstrativa gratuita “Mito da Caverna: Realidade x Ilusão”. Através do mito mais famoso de Platão que foi popularizado entre os jovens pelo cinema, a palestra ensinará política e filosofia. O evento ocorrerá na sede da instituição, localizada na rua  Teresina, n° 75, Adrianópolis  – próximo ao restaurante Banzeiro e é gratuito.

O Mito da Caverna é o mito mais popular de Platão, já foi adaptado para o cinema duas vezes em Matrix e o Show de Truman, onde seus protagonistas personagens – Neo e Truman – escolheram viver a realidade ao invés de uma situação encenada. A palestra busca trazer reflexões importantes sobre nossas escolhas e suas influências na sociedade. A aula será ministrada por Leandro Botelho, professor da Nova Acrópole e há 10 anos dá cursos e palestras voltados para o aperfeiçoamento humano.

Agende: Oficina de desenho

O artista plástico colombiano Adilberto Mora ministrará uma oficina prática de desenho de rostos no período de 3 a 7 de outubro, no Espaço Cultural Valer. O artista plástico já percorreu dezenas de cidades brasileiras ministrando cursos e repassando seus conhecimentos adquiridos em mais de 40 anos de experiência com desenhos de rostos humanos. A oficina é destinada a qualquer pessoa interessada em desenho. O método foi desenvolvido pelo próprio artista, composto de exercícios de soltura das mãos, exercício para cabelo, sobrancelhas, olhos, narizes, bocas e proporções de cabeça.

Adilberto Mora nasceu em Granada, na Colômbia, e dedica-se ao desenho desde sete anos de idade. Estudou no Instituto da Cultura da Cidade de Cúcuta, iniciando sua carreira profissional aos 17 anos preparando exposições constantes de seus retratos em diferentes países sul-americanos e na Europa. Dedicando-se ao ensino desde seus 35, criou técnicas rápidas e dirigidas. Em Manaus, ministrará uma oficina intensiva de 10 horas com início no dia 3 até o dia 7 do mês de outubro. Serão aulas práticas, nas quais as pessoas poderão aprender as técnicas que estimulam o lado direito do cérebro, local responsável pela parte criativa e imaginativa do indivíduo.As aulas serão ministradas em dois períodos (tarde e noite), com turmas distintas de no máximo 20 integrantes.

Turma 1: das 14h às 16h

Turma 2: das 18h30 às 20h30.

Os interessados podem obter mais informações pelos telefones: (92) 3635-1324 ou 8170-8175. Ao final do curso, os participantes receberão certificado emitido pelo Instituto Nacional Valer de Cultura.

  • Período de realização: De 03/10/2011 a 07/10/2011.
  • Local para realização: Espaço Cultural Valer (Rua Ramos Ferreira, 1195 – Centro)
  • Investimento por aluno: R$ 100,00.

Programação Acadêmica do 2º Festival Amazonas de Música

Estão abertas as incrições para a programação acadêmica do 2º Festival Amazonas de Música Entre as atividades oferecidas estão os workshops de “Grooves, Técnicas e Linguagens” com Serginho Carvalho (30 vagas), “Música e Tecnologia” com Jonilson Reis (30v.), “Bateria” com Lúcio Vieira (30v.), e as oficinas de “Processo Criativo – Produção de Grupos Musicais” com Stanley Wagner, Hudson Alves e Airton (30v.) e “Direitos Autorais” com Márcia Bittencourt da União Brasileira dos Compositores (100v.).
Os interessados em participar devem procurar a sede do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, localizada na Av. Pedro Teixeira n°2565, Flores (Sambódromo/ Bloco F), de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h, ou pelo telefone: 3232-2440/3232-2488.
PROGRAMAÇÃO DO 2º FESTIVAL AMAZONAS DE MÚSICA – 2011
21 a 25 de setembro
PROGRAMAÇÃO ACADÊMICA
21Set | Quarta-feira
15h às 17h | Workshop “Serginho Carvalho”
Cine Teatro – Centro Estadual de Convivência do Idoso Aparecida
Grooves, técnicas e linguagens | Serginho Carvalho
22Set | Quinta-feira
9h às 12h | Cine Teatro – Centro Estadual de Convivência do Idoso Aparecida
Oficina Processo Criativo – Produção de grupos musicais | Stanley Wagner, Hudson Alves e Airton Gaúcho
15h às 17h | Workshop de Música e Tecnologia
Jonilson Reis (Lamamba)
23Set | Sexta-feira
9h às 12h | Cine Teatro – Centro Estadual de Convivência do Idoso Aparecida
Oficina Processo Criativo – Produção de grupos musicais | Stanley Wagner, Hudson Alves e Airton Gaúcho
14h às 17h | Workshop de Bateria | Lúcio Vieira
24Set | Sábado
14h às 18h | Auditório do Palacete Provincial
Oficina de Direitos Autorais | Márcia Bittencourt – UBC União Brasileira dos Compositores

Tu quoque, Pixar? *

É isso mesmo que você acabou de ler: “Até tu, Pixar?”*. A célebre frase proferida por um César em seu momento de descoberta – traído por seu “filho” Brutus – numa situação nunca antes pensada, é a referência para o que venho observando sobre o maior estúdio de animação, em 3D que fique claro, do mundo do cinema.Talvez seja a “Disneyficação” que ela sofre, ao ser comprada de vez pelo estúdio do Mickey. Talvez os compromissos assumidos em outras frentes, como franquias, ganhos com produtos licenciados e a eterna tentativa de tornar cada vez mais real os seus filmes, realizados artificialmente.

Mas que os últimos dois filmes da Pixar foram ruins, perto da sequência que eles haviam “encaixado”, ah são. “Toy Story 3” e “Carros 2” chegam a ser gratuitos, como se estivessem sendo realizados por obrigações contratuais, sabe? Não há aquele capricho em surpreender, algo que a empresa da luminária buscava de forma incansável e que até fez com que os apreciadores de cinema e os críticos criassem a frase símbolo do estúdio: “Eles fazem filmes para crianças que agradam até nós, adultos”.

As histórias, antes originais, como aquela do robozinho que parece humano, largado em um planeta estragado por sua população e que se “descobre” em uma aventura com fundo crítico as questões do meio ambiente e da preguiça que vingam em nossos tempos atuais; ou aquela outra do senhor que ao perder a esposa decide arriscar tudo em uma aventura por terras desconhecidas e que redescobre uma razão para viver, através da amizade; foram deixadas de lado, para que algo comum e até mesmo rotineiro tome conta da tela grande.

Não sei afirmar, agora, se é no DVD de extras de “Procurando Nemo” ou se é no DVD de extras de “Monstros S/A”, mas ali, em algum momento, o líder do estúdio, senhor John Lasseter, comenta que o segredo que ele enxergava por detrás do sucesso de sua “gangue” era o cuidado com a história a ser contada – os roteiros demoravam até três anos para chegarem ao formato final.

Ou seja: a história a ser contada poderia até ser corriqueira, como a de um menino que some e vê seu pai enfrentar um novo mundo para encontrá-lo – como em “Procurando Nemo” – mas se ela fosse contada de uma nova maneira, respeitando a inteligência de quem a assistia, ao ponto de praticamente sequestrar as pessoas para aquele universo, o objetivo estava cumprido.

Aí, depois de filmes excelentes como “Toy Story 2”, “Monstros S/A”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, até mesmo o fraco, mas honesto “Carros”, e as duas obras-primas “Wall-e” e “Ratatouille” eles cometem “Toy Story 3” e agora “Carros 2”. O que pensar?

Não sei, mas quem sabe rezar um “Miyazaki que estás no céu” seja um início? Até a próxima.

Texto por Rodrigo Castro

Publicado originalmente em A Sétima e todas as artes

Bandas selecionadas para o Festival Até o Tucupi

Foram  50 bandas inscritas e apenas  15 escolhidas para se apresentar no Festival Até o Tucupi que acontece  entre os dias 1 e 5 de novembro. A curadoria foi composta pelos músicos Augusto Nunes, representante do Cuia Coletiva; Elisa Maia, representante do Coletivo Difusão; e Eliberto Barroncas, integrante do Escada Sem Degraus e Raízes Caboclas. O festival Até o Tucupi, que esse ano traz o tema “Engrossando o Caldo” – lembrando que no ano passado o tema era “Artes Integradas”, é uma realização do Coletivo Difusão e Projeto Patrulha Voluntária Jovem e conta com o apoio do Circuito Fora do Eixo e Sebrae Amazonas. A programação completa do festival será anunciada em outubro.

Confira abaixo a lista dos selecionados:

BQuadro – http://bquadro.tnb.art.br/

Bandaid – http://bandaidrock.tnb.art.br/

Alaidenegão – http://alaidenegao.tnb.art.br/

MB4 – http://habib.tnb.art.br/

Tattva – http://bandatattva.tnb.art.br/

Deskarados – http://deskarados.tnb.art.br/

Ellen Mendonça – http://ellenmusica.tnb.art.br/

Ritmo e Poesia – http://ritmoepoesia.tnb.art.br/

Johnny Jack Mesclado – http://bandajohnnyjackmesclado.tnb.art.br/

Alma Nomade – http://almanomade.tnb.art.br/

Anônimos Alhures – http://anonimos-alhures.tnb.art.br/

Mezatrio –  http://mezatrio.tnb.art.br/

InCaos – http://incaos.tnb.art.br/

Ed Ondo – http://edondo.tnb.art.br/

Os Playmobil – http://osplaymobils.tnb.art.br/

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