8º Sketchcrawl Manaus

O Maodita pode estar num momento de hiato, mas nem por isso deixa de apoiar mais um Sketchcrawl. Não esqueça de levar seu lápis, papel e aproveite o encontro para fazer novas amizades e, é claro, desenhar!

Cartaz do evento contou com a ilustração do artista Deivison Carvalho

É amanhã: 7º Sketchcrawl Manaus

O Sketchcrawl Manaus está de volta. Dessa vez a maratona de desenhos será realizada na Praça Nossa Senhora de Nazaré, em frente à escola Ângelo Ramazzotti As regras continuam as mesmas: leve seu lápis,papel  e voilá! Aproveita e marca presença no evento do Facebook .

7º Sketchcrawl Manaus

Quando: 21 de janeiro às 15h

Onde: Praça Nossa Senhora de Nazaré- Adrianópolis 

Quanto: grátis

Lançamento de revista e exposição de arte visual marcam o início do Festival Até o Tucupi

Finalmente, novembro chegou. E trazendo com ele, os tão esperados eventos que prezam a produção artística da nossa querida Barelândia.

Dando as boas-vindas ao nosso desejado mês, o Festival  Até o Tucupi começou na terça (01/11), apresentando mais uma proposta que visa valorizar as produções culturais dos nossos quase esquecidos artistas manauaras, que foi o lançamento da 1ª edição da revista Olha Já. E como sempre, o Maodita não podia ficar de fora dessa e foi no lançamento para conferir os  maiores detalhes da revista e do evento.

Apresentação de artes visuais foi a temática escolhida para dar início ao festival. Caso você tenha perdido o lançamento, ainda dá tempo para conferir a exposição “Compacto Arte” que visa aglutinar as obras de vários artistas que se dispuseram participar, tornando acessível suas obras para o público freqüentador do evento. Salientando, a exposição foi dividida em dois ambientes, onde um ficará sendo exposto na galeria do Sesc, no Centro dos dias 01 a 12 de novembro e o outro no pólo de moda, na Alvorada, dos dias 01 a 05 de novembro.

Além da exposição, a noite foi marcada pelo lançamento da revista Olha Já, que será exclusivamente virtual, onde almeja acoplar os trabalhos dos artistas que produzem artes visuais, apresentado-as, através da Internet, possibilitando que qualquer pessoa do Brasil e do mundo as conheça. Inicialmente, a revista terá a sua periodicidade anual, ou seja, será lançada a cada edição do festival. Segundo Paulo Trindade, um dos responsáveis na elaboração do Festival, o número de pessoas que participaram expondo seus trabalhos aumentou significamente, onde na sua primeira edição teve 68 artistas participando ativamente e esse ano, o número chegou a 115, só de artistas que produzem artes visuais.

Mesa redonda "Reflexão sobre as artes visuais em Manaus”

Para encerrar a noite do primeiro dia do Festival, ainda rolou um  bate papo sobre artes plásticas em Manaus, com as participações do artista plástico Turenko Beça, da artista visual, Roberta Paredes e da jornalista e estilista da marca Santa Cris, Cristiane Batista.

Se você não conseguiu ir ao primeiro dia, calma, porque o festival vai continuar rolando até o dia 05 de novembro. Para informações sobre o festival, sobre os envolvidos ou sobre a programação, corre lá no site do evento: www.festivalateotucupi.com

Texto de Dayana Daide e Vinícius Leal

Agende: 6º SketchCrawl Manaus

No  próximo sábado (15) Manaus terá mais um SktechCrawl. O encontro de desenhistas chega à sexta edição e será realizado no Parque dos Bilhares, zona centro-sul da cidade. Para participar é muito simples: basta levar seu material básico de desenho (papel, lápis e borracha) e voilá!

Quem quiser ficar por dentro das discussões do SketchCrawl Manaus basta acompanhar o grupo  no Facebook. Para ver o que rolou na edição passada do evento, é só dar um clique  aqui.

6º SketchCrawl Manaus

Quando: 15 de outubro, a partir das 16h

Onde: Parque dos Bilhares

Quanto: grátis

Agende: Oficina de desenho

O artista plástico colombiano Adilberto Mora ministrará uma oficina prática de desenho de rostos no período de 3 a 7 de outubro, no Espaço Cultural Valer. O artista plástico já percorreu dezenas de cidades brasileiras ministrando cursos e repassando seus conhecimentos adquiridos em mais de 40 anos de experiência com desenhos de rostos humanos. A oficina é destinada a qualquer pessoa interessada em desenho. O método foi desenvolvido pelo próprio artista, composto de exercícios de soltura das mãos, exercício para cabelo, sobrancelhas, olhos, narizes, bocas e proporções de cabeça.

Adilberto Mora nasceu em Granada, na Colômbia, e dedica-se ao desenho desde sete anos de idade. Estudou no Instituto da Cultura da Cidade de Cúcuta, iniciando sua carreira profissional aos 17 anos preparando exposições constantes de seus retratos em diferentes países sul-americanos e na Europa. Dedicando-se ao ensino desde seus 35, criou técnicas rápidas e dirigidas. Em Manaus, ministrará uma oficina intensiva de 10 horas com início no dia 3 até o dia 7 do mês de outubro. Serão aulas práticas, nas quais as pessoas poderão aprender as técnicas que estimulam o lado direito do cérebro, local responsável pela parte criativa e imaginativa do indivíduo.As aulas serão ministradas em dois períodos (tarde e noite), com turmas distintas de no máximo 20 integrantes.

Turma 1: das 14h às 16h

Turma 2: das 18h30 às 20h30.

Os interessados podem obter mais informações pelos telefones: (92) 3635-1324 ou 8170-8175. Ao final do curso, os participantes receberão certificado emitido pelo Instituto Nacional Valer de Cultura.

  • Período de realização: De 03/10/2011 a 07/10/2011.
  • Local para realização: Espaço Cultural Valer (Rua Ramos Ferreira, 1195 – Centro)
  • Investimento por aluno: R$ 100,00.

SketchCrawl no Largo São Sebastião

No sábado, 23 de julho, aconteceu a quinta edição do SketchCrawl em Manaus. Cerca de  3o pessoas participaram do evento e além de desenhar, aproveitaram para fazer novas amizades. Confira o vídeo:

Amanhã tem Esquenta da Virada Cultural

A Avenida Epaminondas, no centro de Manaus, servirá de palco neste sábado, 28,  para o “Esquenta da Virada Cultural 2011”. Tendo como pano de fundo a Praça da Saudade, o público curtirá gratuitamente mais de 10 atrações culturais no evento organizado pela ManausCult.

Uma das novidades da festa é a presença do balé aéreo Cia. Indios.com, além de 08 artistas de teatro e 08 artistas de circo, que irão interagir com o público.

Entre as atrações estão os artistas locais Nicolas Jr, Ketlen Nascimento, Grupo Cordão do Marambaia e a  Banda Oficial ‘80 . Para fechar a noite,  tem  Claudio  Zoli e banda. A programação completa do Esquenta você pode conferir aqui.

Vagas para cursos de artes em Manaus

O Liceu de Artes e Ofícios Claúdio Santoro  está com inscrições abertas para alguns cursos de Artes Plásticas e de Teatro. As inscrições são realizadas no Bloco F – Administração, Setor de Informações, no Centro de Convenções – Sambódromo, no horário de 08:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas.

Núcleo de Artes Plásticas:

Curso Básico de Pintura e Desenho

O curso tem por objetivo desenvolver as técnicas básicas de pintura e desenho, trabalhando as possibilidades e os efeitos técnicos que a pintura e o desenho permitem, aliando os lados criativos, expressivos e técnicos.

Período do curso: Abril a Junho

Público Alvo: a partir de 14 anos

Horário: Ter/Qui/Sex 14/17 h

Nº Vagas: 20

Professor: Nelson Falcão de Souza

Pintura em Tela

O curso tem como proposta a descoberta das opções e possibilidades que a pintura permite, desenvolvendo a capacidade técnica, como a manipulação de cor, valor e textura, sendo abordadas questões de conteúdo e representação.

Período do curso: Abril a Junho

Público Alvo: a partir de 14 anos

Horário: Ter/Qui/Sex 14/17 h

Nº Vagas: 40

Professor: Manaus

 Curso de Caricatura

Tem como proposta ensinar a arte de se criar cartuns e caricaturas aos iniciantes interessados, ensinando a arte e a técnica da elaboração de caricaturas, com exercícios de criação de personagens, distorção de rostos, e o uso de humor.

Período do curso: Abril a Junho

Público Alvo: 08 a 12 anos

Horário: Ter/Qui/Sex 08/11 h

Nº Vagas: 40

Professor: Gilmar Melo

Núcleo de Teatro:

Teatro de Bonecos

O curso propõe a realização de pesquisa e experimentação em torno de seus materiais e dos métodos de construção, manipulação, dramaturgia do teatro de bonecos.

Período do curso: Abril a Junho

Público Alvo: a partir de 13 anos

Horário: Seg/Qua/Sex 14/17 h

Nº Vagas: 25

Professor: Nonato Tavares

Maiores informações nos telefones: 3232-2440 / 3232-2488 ou pelo e-mail: secretaria.liceu@culturamazonas.am.gov.br.

Uma lua no céu, 10 pãezinhos na mesa pt. 2

Agora você acompanha  a segunda parte da entrevista que o Maodita fez com os gêmeos quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá.

Música, Milton Hatoum e curta-metragens

A obra de vocês também dialoga com a literatura nacional, não só na adaptação de O Alienista, mas também com nomes de personagens (em Daytripper, o protagonista se chama Brás e o seu cachorro, Dante) e situações. Qual o livro favorito de cada um de vocês e qual o último que vocês leram?
Fábio Moon – Capitães de Areia do Jorge Amado foi um livro que nos marcou muito porque lemos quando éramos jovens. Grande Sertões Veredas é excepcional, se você consegue terminar. Porque é um livro que não tem quebra de capítulos. O livro é fenomenal e poético. Atualmente, não é porque estamos em Manaus, mas estamos lendo o Milton Hatoum. Ele escreve de um jeito que quem lê deseja conhecer o Amazonas, cria uma Manaus que dá vontade de descobrir. Talvez seja uma Manaus que não exista mais, mas que é uma cidade que seduz porque foge do clichê dos índios e floresta. É tudo tão misturado com o dia-a-dia e ele escreve tão bem! Bom, os últimos livros que eu li fazem parte da série Amores Expressos (projeto da Cia. Das Letras). Já li o do João Paulo Cuenca que se chama “O único final feliz para uma história de amor é um acidente” e o outro foi o “Do Fundo do Poço se vê a lua”, do Joca Reiners Terron.
Gabriel Bá – O último livro que eu li foi o do Cuenca também.

Como foi o contato com a obra do Milton Hatoum?
FM – Completamente por acidente. Eu li “Dois Irmãos” após ler uma crítica, vi que falava sobre irmãos gêmeos e aí resolvi ler. Foi bem por acidente. Depois li o “Orfãos do Eldorado”. Agora eu tô lendo “Cinzas do Norte” e o Bá ganhou o Relato de um certo oriente”. Nos cruzamos com o Miltom na Flip um ano, nós éramos convidados e ele também. Estávamos tomando café…
GB – Foi emocionante!
FM – Aí “Olha, é o Milton Hatoum…” fomos lá falar com ele. Ganhei Dois irmãos, mó legal.

A obra de vocês costuma ter uma sensibilidade que os diferenciaram da maioria dos quadrinistas consagrados. Como é que foi pra desenvolver essa sensiblidade num mercado dominado por histórias de super heróis?
GB – Acho que foi prática. Vejo vários trabalhos novos, de autores que estão começando e eu penso “olha esse cara pode fazer algo bom, só está meio cru”. Como o processo de fazer história em quadrinhos é demorado, as pessoas acabam fazendo histórias curtas e tem gente que nunca sai disso. As histórias curtas têm um limite que é difícil de aprofundar. À medida que você vai evoluindo, consegue afinar o seu jeito de tratar dos assuntos, colocar mais camadas. É prática.
FM – Há também o quanto você gosta de ler. Quadrinhos, em geral, são mais chapados… não é que sejam superficiais, mas não tem tantas camadas assim. Poucos são os quadrinhos que tem essa camada toda. Tem gente que gosta de ler quadrinhos e acaba se influenciando muito por isso. É preciso procurar outras formas de história, outras influências na literatura, cinema e artes e misturar.  Se não, fica tudo muito chapado.

GB – Acho que é isso. É prática, muita prática. Não adianta você ver muitos filmes e ler muitos livros se não desenhar, escrever. É que nem o futebol. Você tem que jogar muito para ser bom. Tem uma parte de habilidade, mas tem muito treino. Em qualquer outra profissão é assim. Se você não praticar muito, vai de “bubuia”. Mas a nossa idéia não é ir de bubuia no rio, até porque os quadrinhos são um deserto. Nada vai para lugar nenhum se você não fizer movimento.

E música, do que vocês gostam e o que andam ouvindo ultimamente?
GB – Olha música vai sumindo das histórias, porque a gente vai ficando velho e não vai mais para balada ou para show (risos).
FM – É muito diverso e abstrato. Porque eu, por exemplo, sou péssimo para nome de música. Eu adoro samba, mas eu não lembro o nome da música, o nome de quem fez…
GB – De quem canta!
FM – Gosto muito de Cartola, de sambas antigos. Mas ao mesmo tempo tem pouquíssimo samba nas minhas histórias. Eu gosto de dançar, gosto de ritmos como tango, rock dos anos 50, mas não tenho costume de ouvir isso enquanto estou trabalhando, não fico correndo atrás de discos.
GB – A parte triste da nossa vida de quadrinista é que trabalhamos muito. Nós não ouvimos música enquanto trabalhamos. Porque se você está ouvindo música, você presta atenção na letra e precisamos estar muito concentrados durante o trabalho. E nós conversamos sobre a história enquanto trabalhamos, um pede a opinião do outro. Tem a diferença de gosto, eu gosto muito de rock, e o Fábio acha que é muito barulhento. Então é melhor não ouvir música.

Como é feita a divisão de trabalho de vocês? 
FM – Pensamos na ideia juntos, já que quadrinhos demora muito para fazer. Tem que ser uma ideia que os dois gostem para fazermos juntos e desenvolvermos a história, roteiro. Depois decidimos quem vai desenhar, que pode ser quem tem o estilo que combina mais ou quem tem mais tempo. Por exemplo, no Alienista, como eu tinha mais tempo, fui eu que desenhei mais porque o Bá estava fazendo o Casanova.
GB – Ou às vezes o projeto é grande e outro tem que fazer o próximo. Pode ser qualquer coisa. Geralmente temos que decidir qual que vamos desenhar porque poucas são as histórias que tem…
FM – Uma estrutura que caiba os dois estilos diferentes.
GB – Por exemplo, se contar o passado e o presente…
FM – Se não destoa. Colocar  dois estilos diferentes só porque os dois querem desenhar é frescura. Eu, como leitor de quadrinhos, quando mudava o desenhista de uma história de super-herói eu achava estranho, então tem que ter um motivo para mudar esse estilo. Se não tem, nós evitamos mudar ao longo da história.

Vocês gostam de cinema? Ele influencia o trabalho de vocês?
FM – Sim, cinema e literatura são mais referências do que quadrinhos.
GB – Acho que existem histórias muitos boas nos livros e muito bem contadas visualmente nos cinemas. É possível contar boas histórias nos quadrinhos com os dois fatores. Também é possível contar histórias melhores nos quadrinhos. O cinema trabalha muito bem o lado visual e por isso nos influencia muito mais no lado artístico do que os quadrinhos.

Vocês já flertaram com a produção  audiovisual nos curta-metragens “Como se nunca tivesse existido” e “Ontem”. Existem planos futuros nessa direção?
FM – Não como planos. No cinema você depende de muita mais gente, depende do ator, da equipe. Então pode ser frustrante quando alguma coisa dá errado e as vezes não é por sua causa. Em quadrinhos só depende de você. Eu posso fazer uma megaprodução sozinho. Eu escrevo, desenho, coloco quantos personagens eu quiser e tenho o orçamento ilimitado da minha imaginação. Essa criação sem limites precisaria de um orçamento grande para fazer no cinema. Então para nós é muito mais satisfatório fazer quadrinhos.

Inscrições abertas para os cursos do Liceus de Artes e Ofícios Claúdio Santoro

O Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro está com inscrições abertas para os seguintes cursos:

1.    Curso de Criatividade e improvisação artística com materiais não convencionais

Tem por objetivo a multiplicação de elementos que podem constituir uma obra de arte, fazendo uso também de procedimentos tradicionais, como tintas, pinceis e suportes. O curso fará uso de materiais e métodos não convencionais, levando desta forma a uma ampliação do conceito de obra de arte e sua diferença com o artesanato.

Período: Abril a Junho

Inicio das aulas: 26 de abril

Público Alvo: a partir de 14 anos

Horário: Terça/Quinta/Sexta 14:00 às 17:00 horas

Nº Vagas: 20

2. Curso de Atividades Experimentais

Este curso abordará todos os comportamentos artísticos contemporâneos como, interferência no ambiente, no corpo, com o uso de acústica, luzes, fogo, água, terra e outros. É um curso que busca a ampliação da relação do conceito da obra de arte na nossa contemporaneidade.

Período: Abril a Junho

Inicio das aulas: 26 de abril

Público Alvo: a partir de 14 anos

Horário: Terça/Quinta/Sexta 14:00 às 15:30 horas – 20 vagas

Terça/Quinta/Sexta 15:30 às 17:00 horas – 20 vagas

3. Curso de Caricatura

Tem como proposta ensinar a arte de se criar cartuns e caricaturas aos iniciantes interessados, fazendo-os aprender e entender a sua origem, suas características e a força dessa forma de expressão artística.

Período: Abril a Junho

Inicio das aulas: 26 de abril

Público Alvo: 08 a 12 anos

Horário: Terça/Quinta/Sexta 08:00 às 11:00 horas – 20 vagas

Terça/Quinta/Sexta 14:00 às 17:00 horas – 20 vagas

4. Teatro de Bonecos

Tem como objetivo através de técnicas, incentivar a construção e manipulação de bonecos abrindo um horizonte de possibilidades artísticas, vivenciais e educacionais. Um fator pedagógico relevante do curso é a socialização, porque os alunos podem trabalhar em grupos, o que desencadeia a troca, interação e busca de objetivos comuns, dividindo e compartilhando esforços.

Período: Abril a Junho

Inicio das aulas: 25 de abril

Público Alvo: a partir de 13 anos

Horário: Segunda/Quarta/Sexta 14:00 às 17:00 horas

Nº Vagas: 25

Os documentos necessários para matrícula são:
1 foto 3 x 4
1 cópia do RG e CPF do responsável
1 cópia do registro de nascimento (caso seja menor de idade)
1 cópia do comprovante de residência
1 declaração de matrícula da escola (caso esteja estudando)

O Liceu de Artes e Ofícios Claúdio Santoro fica localizado no Centro de Convenções Sambódromo, bloco F – sala da administração, no horário de 08h às 17h.

 

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